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A primeira praia a gente nunca esquece!

É ano novo, janeiro, é época de ir para praia curtir o verão! Foi a primeira vez que levei a Alice e ela amou!

Sobre a casa na praia

Meus pais já estavam em São Sebastião na casa em que iríamos ficar, em Guaecá. Eles tinham descido no dia, 05 de janeiro. Esta é a casa que ficamos hospedados https://www.airbnb.com.br/rooms/13405667?adults=1&source_impression_id=p3_1572567312_LQmdjzhiNFe6w%2BOC

Também foram a família do meu irmão, a família da minha irmã, duas tias, namorado de uma delas e neto de outra.

A casa era bem grande e acomodava bem a todos. Meus pais preferiram dormir no chão da sala no colchão inflável pra ficar com a Pepa,  a cadelinha chiwawa da minha mãe. Os quartos eram confortáveis e todos com ventiladores; três banheiros, itens de cozinha, televisão, com decoração fofa. Porém, o sinal do celular era péssimo!

Estava planejando fazer um “bate e volta” na quinta- feira dia, 09 com o Daniel. Mas fiquei com medo de me arrepender de ficar pouco tempo. Uma das coisas que mais amo é ir para praia com minha família. Então meus pais se ofereceram de subirem para me buscar em Sjc, não são fofos? E na quinta o Dani me buscaria no litoral e passaria um dia com a Alice na praia. No final, ele veio sexta e ficou pouco tempo e  logo voltamos para Sjc.

A viagem para o litoral foi tranquila, a Alice dormiu quase a viagem inteira pois tinha acordado cedo, por volta das 07h30 e só dormiu quando saímos de São Jose dos Campos, por volta das 12hs. Ela acordou cerca de dez quilômetros da casa e começou a reclamar.

Estava dirigindo, minha mãe de “copilota” e meu pai foi atrás com ela. Para distraí-la, ele decidiu dar pêssego para ela comer. Mas não foi dar em pedacinhos não, deu a fruta inteira! Imagina a bagunça e lambança, fora que pêssego mancha a roupa (mesmo deixando de molho a roupinha, quando cheguei na casa, manchou – pobre roupinha da Tommy Hilfinger). E não foi um pêssego e sim dois!

Depois de comer o pêssego, começou a chorar sem parar, então paramos o carro na sombra e decidi trocar a fralda, mas não era cocô. Estava bem quente e acho que ela estava incomodada com a posição na cadeirinha e o calor na costa. Ela deu uma acalmada e aguentou até chegar na casa.

Então chegamos, ajeitamos nossas coisas e ficamos em um quarto de casal. Minha irmã e meu sobrinho se deslocaram do quarto de casal para outro quarto com camas de solteiro. Meu sobrinho acabou de fazer 4 anos.

Na praia com bebê

Estava ansiosa para levá-la à praia. O tempo estava nublado, mas quente. Lá fui eu, perdida com o que levar na sacola da praia, não queria esquecer nada! Afinal, o que é importante e o que não é? Escrevi um post sobre os itens que levei na sacola da praia e na malinha da Alice, é uma lista bem completa para te ajudar a não ficar perdida como eu fiquei (clique aqui)

Pra ajudar, eu não levei uma sacola/bolsa de casa, a sorte era que tinha uma de plástico da casa. Agora, imagina, como carregar uma criança, uma sacola lotada e uma piscina de plástico?

Ainda bem que tinha ajuda da família para levar parte da tralha e também o que eu não podia ajudar, como cadeira, guarda sol, comida etc.

Dica: Sempre coloque a fralda de piscina/praia somente na praia, pois ela vasa. Caso você carregue o bebê no colo ou no carro, use a fralda descartável. Também, depois que a Alice não queria mais ficar na água, eu a enxugava e colocava a fralda descartável novamente; ela ficava mais confortável e em seguida sempre dormia no colinho de cansada. Que foi algo inédito, ela nunca havia dormido assim depois que ficou maiorzinha.

Chegando na praia, eu havia levado uma picada já no começo – malditos borrachudos! Fiquei toda preocupada com a Alice, logo lambuzei ela de repelente (ela usa da Johnsons baby) e ficava abanando-a ou cobrindo com um pano leve as perninhas (quando estava dormindo).

O que minha bebê achou da praia?

A Alice sempre gostou muito de água. Na banheira, todo dia é uma farra, ela molha todo o chão, mas eu não me importo. Após quase todas as refeições e antes ela lava as mãozinhas e também brinca um pouco com a água que escorre da torneira. Ela não se importou com a areia e logo já saiu andando com a minha ajuda e a do priminho Miguel. Veja alguns GIFS abaixo!

Na água, ficou contemplando um pouco. Logo colocou os pezinhos na água no rasinho pra andar e veio as ondas. Ela amou!

 

A Alice queimou o “coco”! Como evitar queimaduras na praia com o seu bebê

Minha filha é muito branquinha, branca do tipo que chama a atenção em qualquer lugar. Ela não deixa colocar nada na cabeça dela, logo tira achando que é a brincadeira de “cadê, achou”. Como eu sabia que ela não iria deixar colocar um chapéu e as que ela tinha em casa não entravam mais nela, decidi não comprar (já tinha gastado uma nota com o biquini, fraldas, protetor solar etc, não quis abusar do maridão e comprar mais um item que nem sabia se ela usaria). No final das contas, tentei proteger o máximo a cabeça dela com a minha sombra ou um pano , e mesmo assim, o coro cabeludo dela ficou um pouco vermelhinho.

Lição aprendida: se você quer que seu bebê use qualquer acessório na cabeça, acostume desde cedo a usar: chapéu, presilha, laços etc. A Alice só aceita presilhas e tem um milhão de laços que não consigo colocar nela.

Usei o protetor solar da marca Mustela. Gostei bastante, é bem líquido que facilitou na hora de passar na pele sensível do bebê. Como eu disse, a Alice é bem branquinha e fiquei bem preocupada com a exposição dela ao sol. A textura era de uma maionese aguada, e que por sinal, tinha o bocal daqueles que tem na maionese e ketchup da Heinz.

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Outra proteção foi o biquini dela, comprei do tipo blusinha de manga longa com fator de proteção contra raios UV, fator 50, da marca Puket. Funcionou, sem queimaduras no corpinho, nem mesmo vermelhidão ou marquinha de sol. No conjunto, veio também uma parte de baixo bem altinha pra esconder a fralda descartável.

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Um item importante é o famoso cotonete! Sempre que a Alice saía da água eu enxugava a orelhinha por causa do vento, não queria que ela ficasse com dor no ouvido, já que estava um pouco resfriada.

Fraldas especiais

Ainda bem que não estamos na idade da pedra! Hoje encontramos no mercado fraldas especiais para uso na piscina e praia que não inflam. “Eita negócio caro!” Comprei no mercado da marca Huggies porque não tinha outra marca, que seria da Pampers e provavelmente bem mais cara.

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Quase comprei fraldas demais! No pacote que comprei havia um número bem grande, 4! Fiz as contas e peguei dois pacotes. Quando passei no caixa só os dois pacotes e um punhado de pêssegos estava dando um valor acima de R$80,00 reais! Quase cai para trás. Então li direitinho o pacote e pedi para moça cancelar um dos pacotes, pois achava que estava levando dois pacotes de 4 unidades (na foto está diferente do meu pacote). Eu levaria 22 fraldas descartáveis para piscina, que loucura!

Fiz uma pesquisa rápida e vi que no mercado em que comprei (Shibata de São José dos Campos) estava bem mais caro que em farmácias. O preço que paguei no pacote de 11 unidades foi de R$35,90, e nas farmácias, você pode encontrar por volta de R$27,00 – olha que diferença!

Após a praia, voltei para casa com 6 unidades restantes no pacote. Lá eu reaproveitei duas fraldas que ela usou só na piscina, então eu lavei e coloquei para secar; sim, eu sei que é descartável, mas meu dinheiro não é. Não vi problema nenhum em reutilizar o produto mais uma vez (já que ela iria ficar menos de meia hora na água).

Vi algumas resenhas sobre as duas marcas de fraldas descartáveis para nadar e, como já é de esperar, a Pampers tem um produto com qualidade superior e que ganha nos requisitos, macies e conforto. Não vi vendendo no mercado.

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Nada de criar expectativas!

Tente não criar expectativas de como vai ser seu primeiro passeio com o bebê na praia. Deixe acontecer! A gente fica esperando uma reação fofa da criança quando colocar o pé na areia ou no mar, e as vezes, você só vai ouvir e ver um bebê apavorado e chorando.

Ainda bem, que a Alice amou de primeira. Mas uma amiga havia postado recentemente um vídeo em que o filho dela erguia os pezinhos ao relar na água da praia e chorava.

Triste ou não, são experiências marcantes para os nossos bebês e para nós. Então, que seja no tempo deles e não no nosso, certo? Que possamos ajudá-los a criar confiança para enfrentar um pé sujo de areia e as ondas do mar – agora arrasei nas palavras de sabedoria!

Momento único!

Leve uma câmera fotográfica boa! Se possível, pare de gravar e tirar foto tudo no celular. Câmeras de celulares são horríveis, você fica sujeito a acabar a bateria, ou espaço de armazenamento. Fora que, com o protetor solar, a lente da câmera fica embaçada.

Levei a nossa câmera de viagem e consegui gravar muitos vídeos e tirar fotos que não conseguiria tirar foto tão boas se fosse no celular (tá liberado, se você tiver aquele celular com câmera top).

Meu esposo queria muito ver o momento em que a Alice tocaria os pezinhos pela primeira vez na areia e no mar. Infelizmente ele teve que trabalhar, então pedi para minha mãe gravar com a máquina fotográfica e eu fiz vídeo conferência com ele. Ele ficou bem emocionado!

Minha câmera é a Canon G7x Mark2.

 

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